Campeões?


Heidi Krieger - uma das vítimas deste esquema sórdido.




Apesar de não parecer, já não estou de férias.
Dedução lógica: faço sempre o meu trabalho; não estou a fazer nada; logo, não tenho trabalho para fazer.
Então o que estou aqui a fazer?!
Assim sendo, fica aqui um pensamento muito profundo que não tem nada a ver com o post, mas pronto... fica sempre bem.
"O amor é como a lua: quando não cresce mingua"
Adágio popular




Sempre gostei de futebol. Acho mágico todo o ambiente que se vive no estádio – as emoções, as alegrias, as frustrações e as contradições. É impossível explicar a alguém que não gosta, a razão desta “paixão” algo irracional. Por vezes perguntam-me: “como é possível gostares de futebol?” ou então mostram surpresa por haver quem fique triste com os maus resultados do seu clube. Também o comentário “são só 22 homens a correr atrás de uma bola. Que seca!”, faz-me pensar que, possivelmente também por ser um jogo aparentemente tão simples, é que desperta tanto interesse. O “jogo da bola” desperta paixões desde que se começa a conseguir andar. De jogar, nunca gostei, mas ver, quer na televisão, quer, principalmente, no estádio, é fantástico e inexplicável. Não se consegue descrever a emoção no momento de um golo! No estádio sentimos que fazemos parte da equipa, nas vitórias e nas derrotas. É por tudo isto e também por ter sido bafejada pela sorte que sou do Benfica!




